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  • Jornal do Esporte

Atletas de Rugby de Ilhabela participam de competições fora de casa


A Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer em parceria Associação Ilhabela Rugby Clube, teve oito atletas do arquipélago convocados para as seleções do Vale do Paraíba, que participaram do Campeonato Brasileiro Juvenil de Rugby, na cidade de Taubaté, nos dias 15 e 16 deste mês.


Na modalidade Seven a Side, os BR 7’s, os oito atletas foram convocados para integrar a seleções do Vale do Paraíba, na disputa do Campeonato Brasileiro Juvenil de Rugby.

Os atletas que tiveram o primeiro contato e conheceram a pratica do rugby, nas escolinhas municipais hoje colhem os frutos da parceria entre a Secretaria de Esportes e Lazer e a Associação Ilhabela Rugby Clube são:

-M17 masculino: Mateus Luqueti Gonçalves e Ricardo Antony Alves de Almeida;

-M17 feminino: Cibelly Cecilia Gomes Mariano, Giovana Lisboa Santana de Jesus, Jeniffer de Oliveira Sousa, Allanis Morais de Oliveira e Larissa Gomes da Silva;

-M19 feminino: Paula Maya Santos.


Os técnicos Rafael Freire, Luiz Carlos (Pichot) e Paulo Souza (Gordo) aturam diretamente nas comissões técnicas dessas seleções.


Os atletas que em 2017, chegaram na primeira escolinha de rugby no sul da Ilha, nunca haviam visto uma bola oval (utilizada na pratica da modalidade), deixaram de lado outras atividades, para se dedicarem somente ao rugby e hoje colhem os frutos do seu trabalho participando do Campeonato Brasileiro.


As meninas do arquipélago, também se mobilizaram para a existência do primeiro time feminino da cidade e nos tempos atuais integram a equipe que se sagrou vice-campeã Brasileira de Rugby na categoria M17.


O técnico da modalidade da Secretaria de Esportes, Rafael Freire, acompanhou todo o campeonato. "Assisti a todos os jogos das equipes masculina e feminina, não tem como não sentir orgulho ao ver o quanto evoluíram nesses quase três anos de rugby. Fiz parte de uma das equipes femininas a M17 e pude acompanhar mais de perto o dia-a-dia, os treinos e jogos delas. Foram apenas três semanas de preparação, para a seletiva do campeonato, mas a intensidade do processo foi tamanha que as meninas evoluíram o que se esperava em meses. Laços de amizade e respeito foram criados, outros já existentes foram fortalecidos e a experiência de trabalhar em grupo e lutar por um objetivo comum foi tão forte que meninas de clubes e cidades diferentes, que em outras oportunidades se viram rivais, hoje se consideram família", finalizou Freire.

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